Entre o agora e o nunca - J. A. Redmerski

quarta-feira, 10 de junho de 2015 | 1 comentário

Título: Entre o agora e o nunca
Autor/a: J. A. Redmerski
Páginas: 359
Editora: Suma de Letras
Ano: 2014
Sinopse: Entre O Agora e O Nunca - Camryn Bennett é uma jovem de 20 anos que desistiu do amor desde que Ian, seu namorado, morreu num acidente de carro há um ano. Sua melhor amiga, Natalie, é a única capaz de animá-la. Mas a relação entre as duas fica abalada quando o namorado de Nat revela à Camryn que está apaixonado por ela. Perdida, sem saber o que fazer, Camryn vai para rodoviária e pega o primeiro ônibus interestadual, sem se importar com o destino.
Avaliação: 5/5 estrelas
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Entre o agora e o nunca foi uma tremenda surpresa para mim. Fiquei imensamente feliz quando vi que ele estava disponível na biblioteca aqui da minha cidade e não exitei em pegá-lo. No entanto, como recentemente eu já havia lido Como eu era antes de você, e não queria ler dois livros tão dramáticos consecutivamente, acabei deixando ele de lado. Mesmo assim, a curiosidade foi um pouco maior e iniciei a leitura. Só que acabei, dois dias depois, iniciado outro livro. Até que decidi focar em Entre o agora e o nunca e foi uma surpresa total, que só consegui terminar quando li a última linha.

Camryn Bennett é uma jovem de 20 anos que desistiu de amar desde que seu primeiro amor, Ian, morreu num acidente de carro há um ano. A única capaz de animá-la é Natalie, sua melhor amiga. Só que a relação entre as duas fica abalada quando o namorado da amiga revela que está apaixonado por Camrym. Sem saber o que fazer, Camrym vai para a rodoviária e acaba pegando o primeiro ônibus que vê pela frente, sem se importar muito com o destino. É aí que ela embarcar para Idaho e no caminho acaba conhecendo Andrew Parrish, um jovem sedutor e misterioso, que está a caminho de visitar o pai, que está morrendo de câncer. Os dois acabam se tornando companheiros de viagem, e acaba que surgindo uma conexão irresistível entre os dois. Só que ambos não sabem como lidar com esse sentimento, que conforme o tempo passa, só aumenta.

A premissa aparentava ser clichê e não muito diferente de livros que vi por aí. Achava que, como seria focado apenas entre os dois, acabaria que o livro estaria cheio de enrolação e muita água com açúcar. Tanto que no início, um ponto que me incomodou foi a narrativa dos personagens, onde eu sentia uma falta de algo mais profundo. De qualquer forma, quando passei a conhecer mais a fundo a história de Camryn e Andrew, a impressão mudou totalmente. A maneira com que Jessica conta a história de seus personagens é algo tão avassalador e intenso que você acaba torcendo pelos personagens. O desenrolar da história tomou rumos inesperados.

Camryn e Andrew sentem uma atração tão forte um pelo outro que acaba que saltando das páginas, fazendo com que o leitor sinta isso. Camryn, que acabou de perder o namorado e amor de sua vida, acha que nunca mais será capaz de amar alguém como amou um dia Ian. Andrew, por outro lado, está de saco cheio com a vida e por isso acaba que se rebelando por tudo e com todos. Duas almas totalmente opostas, com seus problemas, mas que encontram um no outro a razão de viver. Claro que no primeiro encontro não saiu as mil maravilhas (com direito a algumas alfinetadas entre os personagens), mas conforme vamos adentrando e conhecendo seus anseios, vimos um sentimento de proteção surgir em Andrew para com Camrym e esta, com uma atração tão forte com Andrew, ao mesmo tempo pensando que por causa disso, ela estaria traindo o amor de sua vida. E Jessica narra isso de maneira tão delicada, entremeando o ponto de vista de seus personagens, de tal forma que conseguimos sentir o que se passa na cabeça e no coração de cada um, acompanhando seu amadurecimento e sua relação com a vida e com o amor.

Um ponto que achei extremamente positivo e ao contrário de alguns livros que já li foi a questão do erotismo presente no livro. Já teve casos em que isso se tornou um recurso quase que apelativo, se repetindo diversas vezes (muitas delas desnecessárias) ao longo da história. Em Entre o agora e o nunca, isso se deu de uma forma tão natural que por momento algum se tornou algo escandaloso. Demora um pouco para isso acontecer, mas quando ocorre, pelo menos por mim, foi algo esperado. Pois eu sabia que faltava aquilo para que os dois realmente soubessem que precisavam um do outro.

Entre o agora e o nunca foi aquela leitura que deixa um vazio no peito quando se termina. Com uma pitada de erotismo e muito romance, Jessica conseguiu construir uma história clichê, mas que entretém o leitor, fazendo com que este se cative pelos personagens e terminando o livro sentindo saudades dele. Não sei o que esperar de Entre o agora e sempre, continuação da história. Espero ler o quanto antes!

TAG: Isso ou aquilo?

segunda-feira, 8 de junho de 2015 | 1 comentário
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Oi pessoal, pesquisando sobre tags literárias para fazer aqui no blog, acabei me deparando com essa. Para quem quiser saber, achei no Cupcake Literário e quem quiser responder, fique a vontade. A tag se chama Isso ou aquilo e consiste em responder 14 perguntas que temos de decidir entre uma coisa ou outra.

1 - Áudio book ou livro ?
Não tive nenhuma experiência com áudio book, então fico com o livro.

2 - Capa dura ou capa mole?
Eu não tenho muita opinião quanto a isso, mas acredito que capas duras dão um toque a mais na edição.

3 - Ficção ou não ficção?
Sou mais da história e do momento em que vou ler o livro, então depende.

4 - Fantasia ou vida real?
Mesma resposta da anterior.

5 - Harry Potter ou Crepúsculo?
Ambos me marcaram quanto eu li, apesar de que Harry Potter ganhou um espaço maior no meu coração.

6 - E-book ou livro físico?
Eu prefiro livro porque não tenho paciência para ler no computador. Apesar de que, já pensei em adquirir um tablet, mas não sei se seria um investimento bacana de ser feito. Não troco nada pelo simples fato de tocar nas páginas de um livro.

7 - Comprar ou pegar emprestado?
Depende. Tem livros que eu compro porque realmente eu quero, outros, pelo preço bacana. Além disso, pego bastante livros emprestados: amigos, familiares, bibliotecas.

8 - Livro único ou série?
Há livros que tem continuações desnecessárias, outros que poderiam ter continuações, mas não tem.

9 - Livraria física ou online?
Livraria física pois eu posso ir lá, escolher o exemplar e levar o livro para a casa. Não tenho tanto o costume de comprar online.

10 - Livro longo ou curto?
Depende da história. Há histórias que são curtas e que sinto uma falta de um quê a mais; enquanto outras são longas e enroladas.

11 - Drama ou ação?
Depende do momento em que vou ler.

12 - Ler no seu canto ou tomando sol?
O verão pede que se leia no sol, ainda que prefiro ler debaixo de uma árvore que tem aqui em casa. Durante a época de aulas, acabo lendo apenas no ônibus na ida e na volta.

13 - Chocolate quente, café ou chá?
Chocolate quente!

14 - Ler resenha ou decidir por si?
Olha, tem livros que eu leio por causa da resenha. Outros, não. Já aconteceu de a resenha influenciar no que vou achar da história (principalmente quanto a resenha é negativa em relação ao livro).

Conexão Musical #40: Do feriadão prolongado!

quinta-feira, 4 de junho de 2015 Nenhum comentário
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Último feriadão do semestre (o próximo acredito que será apenas em setembro)! Para mim, já começou ontem, já que na universidade a qual frequento está acontecendo jogos dos estudantes e precisavam do campus para alojamento. De qualquer forma, feriado é sempre bom para descansar, colocar a vida em dia (final do semestre batendo na porta), mas também ótimo para ouvir uma boa música. E olha que nos últimos tempos, o que não falta é coisa boa para ligar o play e sair dançando pela casa.

Claro que não podia começar a lista sem falar de Bad Blood, que já chegou causando. Lançado a menos de um mês durante o Billboard Music Awards, o clipe chega com uma nova versão da música, desta vez com a participação de Kendrick Lamar. Além disso, Taylor convoca um exército de famosas para participar do clipe, em uma atmosfera de vingança, brigas e muita produção. Resultado? O clipe bateu recordes no primeiro dia, saltou do 53º lugar para 1º na Billboard Hot 100 e já é sucesso. Vem curtir!



Outro destaque do mesmo foi o lançamento de Pretty Girls, da diva Britney Spears. Em residência em Las Vegas, Britney se uniu a Iggy Azalea para o lançamento da viciante Pretty Girls. Sim, a música é ótima; o clipe é melhor ainda! Temos Britney dançando e Iggy como alienígena. Pena que a música não decolou muito, já que a cada semana cai na parada norte americana. Mesmo assim, fica a dica!



Seguindo a mesma linha, só que dessa vez com algo mais leve, temos Black Magic, da girl band Little Mix. Com uma pegada pop chiclete, a música é ótima para relaxar e curtir a vida. Confesso que esperava mais do clipe (apesar de saber que a proposta era simples.. sei lá, acho que ficou muito artificial os efeitos). De qualquer forma, vale a pena o play.



O clipe de Poison foi lançado ontem, depois de uma longa espera. Depois de terminar com Calvin Harris, Rita Ora acabou que modificando todo o cronograma e produção do seu disco. Poison é o primeiro single de seu novo álbum, ainda sem previsão de lançamento. Só eu ou vocês acharam o clipe lindo?



Love me Badder, da Elliphant foi a descoberta dos últimos tempos. Tem uma pegada romântica, mas com batidas mais pesadas, que funciona para os momentos tristes da vida (brinks!).



Essa música já saiu na outra coluna, mas é Hilary, então merece estar de novo aqui. Sparks ganhou um clipe que desagradou muitos fãs (eu também!). O vídeo era uma mistura de seus encontros com o Tinder e cenas coloridas e bem coreografadas. Os fãs "meio" que pressionaram a cantora, fazendo com que esta lançasse uma versão 'sem Tinder'. Hilary volta confiante nessa música viciante, além de lançar seu novo álbum, Breath in. Breath out ainda esse mês (é pedir muito que chegue logo?).



Sia tem sido um dos meus vícios nos últimos tempos. Dessa vez, trago Déjà Vú, parceria dela com Giorgio Moroder, produtor lendário da música pop. Adorei o clipe, em meio a tantas Sias e deja vus.



Falando em Giorgio Moroder e seu novo álbum, Déjà Vu, foi liberado em seu canal no Youtube um mix de todas as músicas do álbum que também será lançado esse mês. Tem só gente boa nesse álbum! Ainda para completar, temos coreografia para dar e vender!



Para finalizar, achei o canal do Tanner Patrick, que faz diversos covers de músicas famosas, mas também composições próprias. Tudo com uma pegada mais acústica! Trago a vocês o cover de Blank Space, que diferente da original, tem uma pegada mais lenta e romântica (não levando em consideração a a tradução da letra).



E vocês, o que tem escutado nos últimos tempos?

[pé na estrada] Rio de Janeiro #2

sábado, 16 de maio de 2015 Nenhum comentário

E chegamos ao segundo dia de viagem! Sábado era o momento que teríamos de fazer a maior parte do roteiro, e além disso, era o dia em que o comércio estaria aberto. Logo de manhã cedo fomos de metrô para o Cemitério dos Pretos Novos. Para quem não sabe, é um sítio arqueológico onde, durante os séculos XVIII-XIX, era um cemitério. Quando o terreno foi comprado em 1996 e se pôs a realização de obras, descobriu-se a existência de ossos em meio a terra. Um órgão da prefeitura foi chamado e se descobriu que era o cemitério, cuja localização há muito tempo havia se perdido. Esse foi o momento mais forte da viagem, pois sabendo da condição em que fora a escravidão no Brasil, não tinha como não sair sensibilizado e chocado com a energia em que encontramos ali. Para se ter uma noção, somente de 1824 a 1830 foram sepultados 6.122 pretos novos, sendo 60% homens, 30% mulheres e 10% crianças e jovens.


Cemitério dos Pretos Novos
Saindo dali, fomos de novo para o centro com o intuito de conhecer o que não havia dado tempo no dia anterior. Infelizmente já estava perto do meio dia e tínhamos horário marcado a tarde na Quinta da Boa Vista. O Gabinete Real de Leitura, que ficava no centro, estava fechado. Nesse momento, ficamos livres para fazermos o que quisesse. Fomos em dois sebos (lindos!), passamos na Confeitaria Colombo (estabelecimento tradicional do RJ), tocamos café na Starbucks (hipsters!) e fomos até a estátua do Pixinguinha. Quanto as compras, não deu muito tempo de fazer alguma, já que o comércio fechava cedo.

Sebos, como não se apaixonar?
Gabinete Real de Leitura
Confeitaria Colombo
A tarde fomos para a Quinta da Boa Vista, onde se tem o Museu Nacional da UFRJ e funcionava a residência imperial. No dia em que fomos, havia uma exposição de dinossauros, e uma série de coleções de diversos povos (egípcios, ameríndios, etc...). Ficamos por ali um bom tempo.




Museu Nacional da UFRJ
Dali partimos para o Palácio do Catete, que foi sede do governo até a construção de Brasília e que hoje funciona o Museu da República. Fomos com o ônibus da UDESC, mas o motorista acabou se perdendo e tivemos que dar uma volta enorme pela cidade (coisa que se faria em 10 minutos acabou levando 45!). O museu fechava as 18 horas, só que tínhamos de chegar até as 17:30 horas. Para se ter uma noção, entramos no palácio por volta das 17:20. Conhecemos o local, suas salas belíssimas, vimos o pijama e a arma que Vargas usava no momento do suicídio, dentre outras coisas. Na lojinha do museu (para dizer que não comprei nada...), acabei adquirindo o livro Quincas Borba do Machado de Assis.

Presidentes do Brasil
Fotinha com Getúlio

Selfie no espelho do Palácio do Catete
Como em viagem, descanso não existe, saímos dali e fomos direto para Ipanema. Estávamos liberados, e a professora que estava conosco sugeriu que fossemos até a praia. Pegamos o metrô e caminhamos pelo calçadão. Antes de chegar a praia, passamos no Boteco Belmonte para comer empadinha (uma delícia!). Batemos fotos, passeamos e retornamos ao hostel.

Como última parte do dia e última noite, era o momento de curtir um pouco a noite carioca. Fomos num barzinho na Rua do Ouvidor (cenário de diversas histórias machadianas!), onde ficamos pouco tempo e dali fomos direto para a Lapa (tão famosa!). Só posso dizer que se transforma a noite. Tem vários lugares bacanas ao longo da rua. Fomos eu e mais um pessoal. Rimos, comemos, brincamos e voltamos para o hostel já era de madrugada. Dormimos, com o objetivo de no dia seguinte partir direto para Petrópolis.

Lapa, doce Lapa
Domingo de manhã, de malas prontas, partimos para Petrópolis. Como é na serra, levamos cerca de uma hora e meia para chegar até lá. Conhecemos o Museu Imperial, onde antigamente era a residência de campo da família real. Hoje, se mantém todas as salas e cômodos tais como antigamente. Um luxo, só! Sala para se vestir, para dormir, para comer, para passar a manhã, para pensar na vida, para dormir a tarde, etc... Não se pode bater fotos ali, então, só tenho fotos do lado de fora.


Museu Imperial - Petrópolis
Eu, Jeanderson, Vitor, Talita, Igor, Lucas, Stefany e Marina

Saímos dali, fomos almoçar. Logo após a refeição, dei uma volta pela cidade, com o intuito de conhecer. Acabei voltando ao jardim do Museu Imperial, e a surpresa foi maior ao encontrar um esquilo ali pelas árvores.
Esquilo!

Saímos de Petrópolis, mortos de cansaço, com o intuito de voltar para Florianópolis. Chegamos em terras catarinenses na segunda feira, no período da manhã. Só tenho a dizer que a viagem foi maravilhosa (apesar da cidade estar em obras), onde aproveitei cada momento! E vocês, curtiram o post?

[pé na estrada] Rio de Janeiro #1

terça-feira, 12 de maio de 2015 | 1 comentário

Olá pessoal, tudo bom com vocês? Hoje venho compartilhar um pouco das minhas experiências na chamada "cidade maravilhosa": o Rio de Janeiro. No último feriado que teve, tive a oportunidade de conhecer, juntamente com o pessoal da faculdade a cidade carioca. Como as disciplinas referentes as turmas eram História do Brasil III (que corresponde a República Velha) e Teoria da História IV (historiografia brasileira), o objetivo foi conhecer alguns pontos marcantes do Rio de Janeiro, pensando que a cidade foi palco de transformações físicas e estruturais durante a virada do século XIX para o século XX. Quando comentei com algumas pessoas sobre a viagem, me questionaram se íamos ao Cristo. Eu apenas dizia: "vamos realizar turismo histórico!" E foi o que fizemos.

Saímos de Florianópolis na quinta feira, dia 30, por volta das 14:30 horas. Fomos de ônibus, logo, a viagem seria um pouco longa (apenas cerca de 18 a 19 horas). Como já é de se esperar, viagem de ônibus não é o melhor conforto, ainda mais para quem mede quase 1,90 m. Mesmo assim, deu para tirar um cochilo de quinta para sexta.

Chegamos ao Rio entre as 9 e 10 horas da manhã de sexta e fomos direto para nosso cronograma. Conhecemos o centro do Rio de Janeiro, onde passamos pelos Arcos da Lapa, Teatro Municipal, a Cinelândia e o Edíficio Gustavo Capanema, que já foi Ministério da Educação. O prédio é considerado um importante exemplar da arquitetura moderna brasileira e possui em uma de suas paredes, uma série de mosaicos feitos por Portinari.

Arcos da Lapa

Teatro Municipal

Azulejos no Edifício Gustavo Capanema

Íamos no Museu Nacional de Belas Artes, mas estava fechado naquele horário. Acabamos indo no Casa França-Brasil, onde estava tendo uma exposição bem bacana sobre troncos do Rio de Janeiro (achei a justificativa super original!), e alguns foram conhecer o Centro Cultural Banco do Brasil, onde também estava rolando algumas exposições. Dentre elas Bracher - Pintura e Permanência, Se liga!, uma exposição bem interativa com diversos conteúdos científicos, e O Banco do Brasil e sua história, a mais formal das três, que conta a história do banco. O centro é lindo e vale a pena a visita!

Teto do CCBB

CCBB

Minha obra de arte!

Eu, Tiago e Christian



Ficamos ali até meio dia e fomos almoçar. Claro que antes disso, tivemos que nos perder (o CCBB é muito grande!) e se separar do restante do grupo. Graças a Deus eu estava com mais três colegas e conseguimos logo se achar com o pessoal.

A tarde, voltamos no Museu Nacional de Belas Artes. Não preciso dizer que me apaixonei pelo museu. Grande parte das imagens clássicas que estudei na faculdade tive a oportunidade de conhecê-las ao vivo e a cores (e em seu tamanho real), como foi o caso da A primeira missa no Brasil, do Victor Meirelles. Fiquei realmente surpreso pelo tamanho da A batalha do Avaí, pintado pelo Pedro Américo e A batalha dos Guararapes, feito por Victor Meirelles. O espanto foi tanto que fui obrigado a ficar alguns minutos visualizando o quadro, tentando absorver todos os detalhes e a beleza da obra. Infelizmente, por causa disso, acabei não conseguindo conhecer o museu todo como deveria.



A batalha do Avaí, Pedro Américo

Pedro Américo no próprio quadro

A batalha dos guararapes, Victor Meirelles

A primeira missa no Brasil, Victor Meirelles



Final da tarde fomos rumo ao Forte de Copacabana, localizado na ponta da praia de Copacabana, onde hoje se tem o Museu do Exército Brasileiro. É um lugar muito bonito para se tirar fotos, pois conseguimos ter uma visão geral de toda a praia. Não conheci o Museu do Exército por causa do tempo que tínhamos, me limitando apenas a entrar na Fortaleza.

Copacabana ao fundo

Eu, Luiza

Marina, eu, Stefany e Luiza

Depois disso, fomos direto para o hostel, que ficava próximo ao Palácio do Catete. Para quem gosta de viajar, ficar em hostel é uma boa opção. Ano passado, quando fomos para Minas Gerais, também ficamos em hostel. Geralmente são mais simples, mas também são mais baratos. O quarto em que eu fiquei, tinha lugar para seis pessoas e era da minha altura (tanto que foi apelidado carinhosamente de o armário sobre a escada, fazendo alusão a Harry Potter). Devido ao cansaço da viagem da noite anterior, acabei não saindo para curtir a noite carioca. Fiquei com o pessoal do meu quarto, conversando e rindo até tarde da noite (para que dormir?). E assim, fechou o primeiro dia no Rio de Janeiro. Até o próximo post!