Título: Avalon High
Autor/a: Meg Cabot
Série: Avalon High #1
Páginas: 352
Editora: Galera Record
Ano: 2009
Sinopse: AVALON HIGH pode não ser exatamente o lugar onde Ellie gostaria de estudar, mas até que não é tão ruim assim. Uma escola americana normal, freqüentada pelos mesmos tipos de sempre: Lance, o esportista; Jennifer, a animadora de torcida; e Will, o presidente da turma, jogador talentoso, bom moço... e muito charmoso! Mas nem todos em AVALON HIGH são o que parecem ser... nem mesmo Ellie, como ela logo vai descobrir. Depois de um esbarrão durante uma corrida no parque, os destinos de Ellie e Will parecem estar irremediavelmente entrelaçados. Ela começa a notar uma série de estranhas coincidências entre o seu cotidiano e a lenda do Rei Arthur – nomes similares, triângulos amorosos, sociedades secretas – mas qual seria seu verdadeiro papel nessa história? Como em Camelot, estariam seus novos amigos fadados a um trágico destino? E pior, o que ela pode fazer para impedir que uma profecia milenar se cumpra mais uma vez? Misturando fantasia, história e romance, Meg Cabot acerta mais uma vez. Uma versão inteligente e bem-humorada da lenda arthuriana
Avaliação: 4/5 estrelas
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Bom, quando se trata de livros da Meg, podemos esperar histórias divertidas. A autora já ganhou um cantinho especial na minha estante e na minha trajetória como leitor, e não podia deixar de ler Avalon High. Por sinal, era um dos livros que durante uma época estava bem curioso pela leitura. Mas aí acabei assistindo ao filme ao acaso, quando passava na Sessão da Tarde e a vontade acabou passando. Até que achei ele no sebo por um preço bem bacana, e como estava com saudades das histórias de Meg, decidi comprar. O livro veio bem a calhar!
Ellie Harrison acaba de se mudar para Avalon High, sua nova escola, por causa de uma licença de seus pais. Filha de medievalistas, Ellie tem o nome de uma personagem literária da lenda do Rei Arthur, a Senhora de Shalott, mais conhecida como Lady Elaine, que se matou porque Sir Lancelot gostava mais da rainha Guinevere do que dela. Sua vida se resume a ficar volta e meia mudando de cidades, já que os pais necessitam realizar pesquisas em determinados lugares e é obrigada a se acostumar a essas novas realidades. Em Avalon High, ela achando que seria uma tortura viver ali até conhecer Will, o presidente da turma e jogador talentoso. Seu coração acaba balançado por ele, mas Will tem uma namorada: Jennifer, que é animadora de torcida. Além disso, possui um melhor amigo: Lance. Enquanto Ellie se habitua a nova escola, algumas coisas estranhas começam a acontecer, levando ela a crer que talvez a lenda do Rei Arthur esteja acontecendo novamente. Pequenas coincidências que a fazem acreditar que todos estariam fadados a um destino trágico, como da primeira vez. Seria isso verdade?
Como disso inicialmente, a leitura veio num momento certo. Sabe quando você precisa de algo leve e fluido para passar o tempo? Avalon High possui ambas as qualidades. Li em apenas alguns dias. Uma história tranquila e bem humorada, sem grandes expectativas. No entanto, alguns pontos me desagradaram um pouquinho.
Como eu havia dito, já tinha assistido ao filme, então conhecia boa parte da história. Porém, os destalhes principais eu não lembrava então serviu para que eu criasse um pouco de expectativas em relação ao livro. Só que com o desenrolar da história, conforme íamos conhecendo o ambiente, a protagonista me desagradou um pouco. Ellie, por mais que quisesse bancar a durona e tudo mais, acaba se derretendo quando estava perto de Will. Isso se tornou mais evidente, já que a narrativa era em primeira pessoa. Por mais que eu soubesse que se tratava de um romance adolescente, mesmo assim ainda me irritou. De qualquer forma, tentei usufruir de outras maneiras.
Avalon High tem seu mérito por se apropriar da história medieval de maneira tão original e divertida. Não é de hoje que vemos inúmeras adaptações ou referências ao período medieval. Mesmo assim, Meg encontra seu ponto específico e consegue transformar o mesmo em algo inovador. Não vou dar muitos detalhes acerca disso, mas acredito que funcionou de maneira eficaz. Não vá esperando algo fantástico e brilhante: é um passatempo, mas de qualquer forma, serve como um incentivo para que quem quer se interessar por história! (ótimo material para se trabalhar em sala).
Um segundo ponto que me incomodou foi o desfecho. Quando cheguei ao final, lembrei do desfecho do filme e é totalmente diferente do livro. E acredite ou não, o do filme é melhor. Não que o do livro seja ruim, mas que quando o li, fiquei pensando se era aquilo mesmo. Achei-o muito corrido e senti falta de uma emoçãozinha a mais. A história tem continuação em mangá e quando surgi uma oportunidade, não pensarei duas vezes em não conferir. Avalon High tem seu mérito, mas não figurou na lista de livros favoritos da Meg. Da mesma maneira, quem tiver a oportunidade: confira!
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Tamanho não Importa - Meg Cabot
sexta-feira, 12 de julho de 2013
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Título: Tamanho Não Importa
Autora: Meg Cabot
Série: Os Mistérios de Heather Wells #3
Editora: Galera Record
Páginas: 334
Sinopse: A ex estrela do pop Heather Wells não tem do que reclamar: seu pai finalmente vai se mudar do apartamento que ela divide com Cooper; ela arrumou um namorado que quer ajudá-la a emagrecer e as coisas no emprego de inspetora de alojamento na Universidade de Nova York vão... Bem, as coisas por lá continuam esquisitas como sempre. O Dr. Owen Broucho, diretor interino do alojamento Fischer Hall e seu terceiro chefe em menos de um ano, acaba de ser assassinado. Mais uma vez, Heather precisará usar seus excepcionais talentos de investigação se quiser livrar Sebastian Blumenthal, líder estudantil e principal suspeito do assassinato, de uma acusação aparentemente falsa.
Avaliação: 4/5 estrelas
Quem acompanha o blog, sabe o quanto que eu gosto do trabalho da Meg. Seus livros (não todos) são divertidos, românticos, leves e gostosos de serem lidos. Comecei lendo O diário da Princesa, passei para outros, e hoje a Meg é uma das minhas autoras favoritas. Como eu disse anteriormente, não são todos os livros dela que se tornaram meus favoritos. Há algumas particularidades, entre eles Tamanho não Importa.
Heather Wells está de volta. Sua vida não podia estar melhor. Seu pai vai sair do apartamento que ela divide com Cooper, ela acabou de encontrar um novo namorado, Tad, que está ajudando nossa estrela a voltar a emagrecer. Continua trabalhando no Alojamento Fisher Hall, da faculdade de Nova York. Só que tudo poderia estar realmente perfeito se o seu terceiro chefe em menos de um ano não fosse assassinado com um tiro na cabeça. A partir disso, nossa inspetora enxerida tem que voltar ao mundo do crime e desvendar mais um mistério.
Bom, como eu disse anteriormente, os livros da Meg são divertidos e gostosos de ler. Mas mistério talvez não seja seu ponto forte na hora de escrever um livro. Tamanho não importa fechava uma trilogia (pelo menos era o que eu pensava até ver um quarto livro da série, Side 12 and Ready to Rock, que seria lançado no Brasil ainda esse ano pela Editora Record) iniciada por Tamanho 42 não é gorda e Tamanho 44 também não é gorda. Todos seguindo a mesma linha de suspense e comédia (e com sinopses um pouco parecidas). Só que Meg não conseguiu, na minha opinião, explorar o suspense de maneira positiva.
Dessa vez é o seu chefe, Owen Broucho que estava no seu escritório quando misteriosamente levou um tiro na cabeça. O principal suspeito é Sebastian, líder do movimento estudantil da faculdade, que (poderia) ter todos os motivos para realizar o assassinato. Só que Heather (mais uma vez) acredita que não foi ele, e decide ir atrás do assassino. Essa característica é normal em todos os livros da Meg com a Heather. E Meg não transforma ela em uma detetive propriamente dita (eu sei que ela não é). Apenas transforma a ex-estrela do pop em uma personagem enxerida que não tem nada para fazer e decide investigar o assassinato de seu chefe. Durante todo o livro, não teve em nenhum momento que eu torcesse pela Heather realmente. Talvez a Meg tenha pecado um pouco na construção da personagem, em vez de torná-la uma heroína, apenas a transformou em uma ex-estrela encostada.
Outra falha da autora foi a narrativa. A história se arrastou de maneira negativa por todo o livro. Não teve em nenhum momento que a história me fez realmente seguir em frente. Não teve nada de original, nada de cativante. Apenas Meg. Até penso que a Meg esqueceu que estava escrevendo um livro de mistério, e focou apenas no humor, que também tornou o livro cansativo. Não é que não tenha tido cenas de mistério e revelações. Só que apenas foi o básico. Cenas um tanto repetitivas que não trouxeram nada de positivo para a história. Apenas nas últimas cem páginas que parece que ela lembrou que tinha um caso para resolver que realmente deu pistas. Pistas, que me decepcionaram seriamente. Ela tecnicamente não deu motivos para acreditar que o verdadeiro (a) assassino (a) era quem foi. Ela simplesmente colocou no final alguém totalmente diferente do que se podia imaginar, e que teve um motivo tolo. Pareceu algo meio forçado, como se aquele desfecho fosse o único a ser feito. Poderia ter sido mais bem desenvolvido na minha opinião.
Tamanho não Importa não impressionou, não me deixou de boca aberta. Veio apenas com um propósito, entreter o leitor (de maneira um tanto negativa). Como todos os outros livros da Meg, tranquilos e sem grandes surpresas. Para quem gosta dos livros da autora, vale a pena ser lido. Caso contrário, comece por algum outro.
Sendo Nikki - Meg Cabot
quarta-feira, 3 de abril de 2013
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Título: Sendo Nikki
Autora: Meg Cabot
Série: Cabeça de Vento #2
Páginas: 320
Editora: Galera Record
Ano: 2011
Sinopse: Em tinha certeza absoluta de que não havia nada pior do que ser uma nerd presa no corpo de uma supermodelo adolescente. Mas acontece que ela estava errada. De repente, Emerson descobre que Nikki tem uma mãe que está misteriosamente desaparecida, um irmão que surgiu na sua porta cobrando respostas, um ex-melhor amigo que pretende destruir a Stark Entreprises, e um admirador britânico não tão secreto que está no topo das paradas de sucesso com uma música escrita para ela. Como Em pode equilibrar todos esses problemas e ainda lidar com a escola e os desfiles e sessões de foto? Especialmente com antigos namorados de Nikki aparecendo o tempo todo, querendo mais do que só uma lembrancinha, uma irmã que vai fazer qualquer coisa para entrar no campeonato de líderes de torcida, e com a empresa que paga seu salário aparentemente indo para o lado negro... Sem contar que ela ainda precisa convencer o amor de sua vida de que modelos não são umas cabeças de vento... e uma delas, em especial.
Livros anteriores: Cabeça de Vento
Toda série merece uma segunda chance. Por mais que o primeiro não tenha alcançado a expectativa, tem o segundo para supri-la. Temos que entender que o primeiro sempre tem aquela desculpa de vir primeiro, de introduzir o que vem mais tarde ser importante. Se o segundo não rola, não há motivos para seguir em frente. Porém, há casos em que a série se torna favorita depois dos dois primeiros livros. Foi o caso da trilogia Cabeça de Vento.
Autora: Meg Cabot
Série: Cabeça de Vento #2
Páginas: 320
Editora: Galera Record
Ano: 2011
Sinopse: Em tinha certeza absoluta de que não havia nada pior do que ser uma nerd presa no corpo de uma supermodelo adolescente. Mas acontece que ela estava errada. De repente, Emerson descobre que Nikki tem uma mãe que está misteriosamente desaparecida, um irmão que surgiu na sua porta cobrando respostas, um ex-melhor amigo que pretende destruir a Stark Entreprises, e um admirador britânico não tão secreto que está no topo das paradas de sucesso com uma música escrita para ela. Como Em pode equilibrar todos esses problemas e ainda lidar com a escola e os desfiles e sessões de foto? Especialmente com antigos namorados de Nikki aparecendo o tempo todo, querendo mais do que só uma lembrancinha, uma irmã que vai fazer qualquer coisa para entrar no campeonato de líderes de torcida, e com a empresa que paga seu salário aparentemente indo para o lado negro... Sem contar que ela ainda precisa convencer o amor de sua vida de que modelos não são umas cabeças de vento... e uma delas, em especial.
Livros anteriores: Cabeça de Vento
Toda série merece uma segunda chance. Por mais que o primeiro não tenha alcançado a expectativa, tem o segundo para supri-la. Temos que entender que o primeiro sempre tem aquela desculpa de vir primeiro, de introduzir o que vem mais tarde ser importante. Se o segundo não rola, não há motivos para seguir em frente. Porém, há casos em que a série se torna favorita depois dos dois primeiros livros. Foi o caso da trilogia Cabeça de Vento.
Quando eu li Cabeça de Vento em dezembro do ano passado,
confesso que minha decepção foi tremenda. Eu tinha tanta expectativa pelo
livro, desde o lançamento, que quando terminei minha alta estima foi para o pé.
Deixa eu explicar, por que senão quem ler essa resenha, não vai querer saber a
respeito da série. Então, leia a resenha do primeiro livro antes de tudo.
Mas vamos ao segundo livro. Como é uma trilogia, o segundo é
o livro é o intermediário. Graças a ele, você leva a série adiante ou para ali
mesmo. Sendo Nikki se enquadra na primeira opção. Emerson, agora Nikki, pode
achar que sua vida está perfeita. Tem tudo que uma garota sempre quis, roupas,
festas, namorados, ensaios. Porém, a vida de uma modelo nem sempre é fácil.
Ainda mais quando sua mãe (no caso, a da Nikki verdadeira) está desaparecida, o
irmão dela surge do nada querendo explicações. Ah, e além de tudo, Emerson está
sendo vigiada de perto pela empresa para qual trabalha, seu ex-amigo e paixão
eterna está querendo destrui-la. E agora, o que fazer?
Demorei um pouco para ler Sendo Nikki, confesso. Contudo, o
arrependimento de não ter lido antes é tremendo. Nesse novo livro, vemos
Emerson em outro estágio. E a trama também se desenvolve melhor. O que não
funcionava em Cabeça de Vento, flui em Sendo Nikki tranquilamente. Uma das
coisas que comentei na resenha do primeiro livro, foi que Meg havia inserido a
ficção científica, mas que não funcionou de maneira esperada. No segundo livro,
isso se torna algo mais indispensável. Tiro o chapéu para Meg! Conseguiu
colocar mistérios, ficção científica, suspense, e ainda por cima não deixou de
fora o humor.
Apesar de Emerson ser a protagonista, quem realmente surpreende e
cativa é a melhor amiga de Nikki, Lulu. Ela era uma tola, mas que era
divertida, isso ela era. Sabe aquele momento de tensão, que todos estão com os
nervos a flor da pele? Lulu decide falar algo nada a ver com o momento. E ela
não fazia por mal. A espontaneidade dela no livro é algo encantador. Ao mesmo
tempo que tremíamos na base pelo próximo acontecimento, podíamos dar
gargalhadas das sacadas da amiga de Nikki.
A leitura se torna dinâmica, sem tempo para parar de ler. A
história de Emerson cativa, e se torna imperdível. Sério, os mistérios que
envolviam a trama tornavam cada vez mais empolgante e o que não faltava era
vontade de seguir adiante. Claro, não deixando de fora alguns dramas
adolescentes, como a presença de Gabriel, Brandon e Christopher na vida de
Emerson, e suas dúvidas em relação a eles.
Os últimos capítulos se tornaram necessários. Quando estava
perto do final, eu chegava na faculdade. Imagina uma pessoa retardada (eu),
lendo o livro, caminhando, por que eu não podia parar de ler. Já ouvira
comentários de que o final do livro era bombástico, mas não tinha noção de
como. Eu não esperava em algum instante o que aconteceu. Para se ter uma ideia,
tive que reler de novo para ter certeza.
Sendo Nikki mostra Meg nos seus melhores dias. História
divertida, clichê, imperdível, empolgante, cheia de humor, mistérios,
conspiração. Chegamos a um nível da história em que tudo pode mudar. Espero ler
o quanto antes Na passarela (me avisem quando tiver promoção), para saber aonde
isso vai acabar.
Cabeça de Vento - Meg Cabot
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
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Título: Cabeça de Vento
Autora: Meg Cabot
Série: Cabeça de Vento #1
Ano: 2011
Páginas: 320
Editora: Galera Record
Sinopse: Emerson Watts odeia seu nome, tem problemas com quase todo mundo na escola e seu melhor amigo parece nem desconfiar de sua paixão por ele. Parece que ela tem problemas? Pois um acidente num shopping aproxima Em e a famosa modelo Nikki Howard muito mais do que deveria, e é aqui que os problemas começam de verdade.
Já imaginou sua vida mudando de um dia para outro? É isso que acontece com Emerson Watt. Ela, que tinha uma vida tranquila na escola, vivendo com seu amigo Christopher, por quem tem uma queda. Não é um exemplo de popularidade. Apenas vive jogando Journeyquest, e sabe tudo sobre computadores. Além disso, tem uma irmã, Frida, que está se tornando uma morta-viva. Para quem não sabe, morta-viva são aqueles que vivem de aparências, dando festas, literalmente sem nada na cabeça.
Certo dia, Em é obrigada a acompanhar Frida num evento da SoHo, uma loja de departamentos. Além da presença de Gabriel Luna, cantor sensação do momento, aparece Nikki Howard, modelo internacional. Graças a uma invasão de manifestantes que era contra a existência da loja, Emerson sofre um acidente grave, e um mês após acorda no corpo de Nikki. Como isso? Só lendo para saber....
Cada vez que leio um livro da Meg Cabot, é chance única de deliciar-me com os seus personagens. Leitura leve e gostosa. Cabeça de Vento é um livro que sempre tive vontade de ler desde o lançamento. Na época, acabei não comprando, achando muito caro. Esse ano tive a chance de comprar os dois (o outro é Sendo Nikki) pelo preço de um.
Quando comecei Cabeça de Vento, achei um pouco clichê. Lembrou muito A Garota Americana (assim que terminei A garota americana, pensei em ler Cabeça de Vento, mas mudei de ideia). A garota deslocada que tem uma paixão proibida, uma irmã atrevida e que do nada muda sua vida. Porém, Meg dá uma inovada ao incluir um pouco de ficção científica e conspiração na história. Funcionou um pouco, mas não se tornou algo imperdível.
Emerson é uma personagem divertida. Nutre uma paixão por Christopher, sofre por ter um nome de menino, não quer saber de popularidade, e tem uma vida comum. Mas nada é comum quando se acorda no corpo de uma modelo internacional. Lista cheia de compromissos, sessões de fotos, baladas, muitos amores. Além disso, é obrigada a abandonar sua vida e assumir outra totalmente diferente. A principio, ela não gosta muito da ideia, mas acaba se acostumando e até gostando.
A leitura melhora a partir de quando Emerson assume a identidade de Nikki. É muito divertido quando ela diz que não é Nikki, e sim Emerson Watt, e Lulu, melhor amiga de Nikki, diz que ela sofreu transferência espiritual, como no filme Sexta Feira Muito Louca. Ela e Brandon, namorado de Nikki dizem que é só achar o corpo de Emerson, que provavelmente estaria com o espírito de Nikki.
Cabeça de Vento é um livro bem previsível. O ponto em que o livro termina deixa a desejar, apesar de já haver dois livros subsequentes. Narrativa leve, que flui, Meg consegue ser clichê, mas não melosa. Seus livros são ótimos, valem a pena serem lidos. Para os fãs, indico com certeza Cabeça de Vento. Quem nunca leu, indico outros, como A rainha da Fofoca e A garota Americana. Espero ler o quanto antes Sendo Nikki. Pelo que vi, promete ser muito melhor.
Autora: Meg Cabot
Série: Cabeça de Vento #1
Ano: 2011
Páginas: 320
Editora: Galera Record
Sinopse: Emerson Watts odeia seu nome, tem problemas com quase todo mundo na escola e seu melhor amigo parece nem desconfiar de sua paixão por ele. Parece que ela tem problemas? Pois um acidente num shopping aproxima Em e a famosa modelo Nikki Howard muito mais do que deveria, e é aqui que os problemas começam de verdade.
Já imaginou sua vida mudando de um dia para outro? É isso que acontece com Emerson Watt. Ela, que tinha uma vida tranquila na escola, vivendo com seu amigo Christopher, por quem tem uma queda. Não é um exemplo de popularidade. Apenas vive jogando Journeyquest, e sabe tudo sobre computadores. Além disso, tem uma irmã, Frida, que está se tornando uma morta-viva. Para quem não sabe, morta-viva são aqueles que vivem de aparências, dando festas, literalmente sem nada na cabeça.
Certo dia, Em é obrigada a acompanhar Frida num evento da SoHo, uma loja de departamentos. Além da presença de Gabriel Luna, cantor sensação do momento, aparece Nikki Howard, modelo internacional. Graças a uma invasão de manifestantes que era contra a existência da loja, Emerson sofre um acidente grave, e um mês após acorda no corpo de Nikki. Como isso? Só lendo para saber....
Cada vez que leio um livro da Meg Cabot, é chance única de deliciar-me com os seus personagens. Leitura leve e gostosa. Cabeça de Vento é um livro que sempre tive vontade de ler desde o lançamento. Na época, acabei não comprando, achando muito caro. Esse ano tive a chance de comprar os dois (o outro é Sendo Nikki) pelo preço de um.
Quando comecei Cabeça de Vento, achei um pouco clichê. Lembrou muito A Garota Americana (assim que terminei A garota americana, pensei em ler Cabeça de Vento, mas mudei de ideia). A garota deslocada que tem uma paixão proibida, uma irmã atrevida e que do nada muda sua vida. Porém, Meg dá uma inovada ao incluir um pouco de ficção científica e conspiração na história. Funcionou um pouco, mas não se tornou algo imperdível.
Emerson é uma personagem divertida. Nutre uma paixão por Christopher, sofre por ter um nome de menino, não quer saber de popularidade, e tem uma vida comum. Mas nada é comum quando se acorda no corpo de uma modelo internacional. Lista cheia de compromissos, sessões de fotos, baladas, muitos amores. Além disso, é obrigada a abandonar sua vida e assumir outra totalmente diferente. A principio, ela não gosta muito da ideia, mas acaba se acostumando e até gostando.
A leitura melhora a partir de quando Emerson assume a identidade de Nikki. É muito divertido quando ela diz que não é Nikki, e sim Emerson Watt, e Lulu, melhor amiga de Nikki, diz que ela sofreu transferência espiritual, como no filme Sexta Feira Muito Louca. Ela e Brandon, namorado de Nikki dizem que é só achar o corpo de Emerson, que provavelmente estaria com o espírito de Nikki.
Cabeça de Vento é um livro bem previsível. O ponto em que o livro termina deixa a desejar, apesar de já haver dois livros subsequentes. Narrativa leve, que flui, Meg consegue ser clichê, mas não melosa. Seus livros são ótimos, valem a pena serem lidos. Para os fãs, indico com certeza Cabeça de Vento. Quem nunca leu, indico outros, como A rainha da Fofoca e A garota Americana. Espero ler o quanto antes Sendo Nikki. Pelo que vi, promete ser muito melhor.
A garota Americana - Meg Cabot
sábado, 18 de agosto de 2012
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Meg Cabot
Título: A garota Americana
Autora: Meg Cabot
Série: A garota Americana #1
Editora: Galera Record
Ano: 2009
Páginas: 352
Sinopse: Acompanha o cotidiano de Samantha, uma típica garota americana, que leva uma vida muito parecida com a de tantas outras meninas de sua idade. Até que um dia resolve matar aula de arte e, por acaso, salva o presidente americano de uma tentativa de assassinato. Samantha logo vê sua vida virar de cabeça para baixo ao ser nomeada embaixadora da ONU, sem saber exatamente o que o cargo significa.
Livros anteriores: Quase Pronta
Nada como um livro para relaxar. As vezes é necessário uma leitura mais amena, mais tranqüila para viajar e rir um pouco. Foi isso que pensei quando iniciei a leitura de A garota americana, da minha autora (talvez favorita) Meg Cabot.
Esse foi um daqueles que eu li o segundo para depois ler o primeiro. Li Quase Pronta em uma tarde, e A garota Americana em dois dias. E amei os dois, apesar de ter preferido o primeiro.
Quando é obrigada a fazer aulas de arte, Samantha não sabe o que o destino lhe reserva. Num certo dia, Samantha decide matar uma aula de artes. Enquanto espera a carona para voltar para casa, ela acaba presenciando algo inacreditável: um quase atentado contra o presidente dos Estados Unidos. Um quase mesmo, porque graças a Samantha, o presidente não é morto.
Não deu outra. Da noite para o dia, Samantha vira notícia em todos os corredores da escola, se não for, do mundo todo. Os holofotes todos voltados para ela. Antes, uma menina escondida que levava uma vida mansa: agora, uma celebridade. É designada para embaixadora teen das Organização das Nações Unidas, apesar de não saber muito bem as funções, e acaba se apaixonando pelo filho do presidente, David. Mas ai ela se lembra do amor eterno por Jack, o namorado de sua irmã. E agora?
Me encanta o modo que Meg escreve. A facilidade dela de narrar uma história sem grandes mistérios, sem grandes enrolações, mas que você não se segura enquanto não termina o livro. Foi com A garota Americana. Li o livro nas férias de julho, e li praticamente em dois dias. No segundo mesmo, li mais da metade do livro. A história fluiu, cativou, e fiquei até tarde lendo.
Os personagens do livro são muito cativantes. Meg consegue mostrar o cotidiano de uma adolescente de uma forma tão leve, identificar seus conflitos, dúvidas e incertezas de uma forma divertida, sem se tornar algo chato ou monótono. Confesso que ri durante o livro todo. Do começo ao fim!
Samantha é tudo de bom! Adorei ela logo de cara. Simpática, espirituosa, divertida, leva a vida da melhor maneira o possível. Nutre um sentimento de amor por Jack, namorado da irmã e tem ataques típicos de rebeldia que toda adolescente acaba tendo. E após o incidente com o presidente, tem que lidar com a vida de celebridade. Tudo de forma descontraída. Entrevistas, convites para festas, discursos. Além das inimizades da escola, que num estalar de dedos, acabam virando amizades de infância.
Uma das várias cenas que achei divertida, foi a do jantar na casa do presidente, quando Samantha começa a conhecer melhor David, filho do presidente. Há muitas outras, inclusive incluindo Lucy, a irmã mais velha de Sam, que também de certa forma quer tirar uma casquinha da fama da irmã.
Acho que um dos fatos que tornem o livro uma leitura tão gostosa é ele ser narrado em primeira pessoa. Assim, as emoções, sentimentos e pensamentos de Samantha ficam mais evidentes ao longo da história. Outra coisa que também ajuda são as listas das dez coisas, motivos que sempre tem no final de cada capítulo, como acontecia em Quase Pronta.
A garota americana é uma leitura maravilhosa, divertida, cativante, espirituosa. Sam se supera a cada capítulo, e você acaba se tornando seu amigo. Muito melhor que Quase Pronta, A garota americana entrou para a lista dos meus favoritos, e com certeza, recomendo a todos!
Resenha: Quase Pronta – Meg Cabot.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
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Meg Cabot
Meg Cabot é uma das minhas autoras favoritas. E em Quase Pronta , ela não decepciona.
Continuação da A garota Americana (infelizmente não deu para mim ler ainda), Quase Pronta conta a história de Samantha Madison, a garota que salvou o presidente (e depois desse fato, sua vida mudou totalmente: fizeram um filme sobre sua vida, e ela se tornou embaixadora teen nas Nações Unidas, mesmo sem receber nada por isso), e por sinal, namora o filho dele.
No caso de Samantha, seria a sua primeira vez. Quando, seu namorado, David, a convida para passar um feriado no Camp David, em companhia da família do presidente, Samantha logo pensa que ali poderia ser uma oportunidade para ter uma certa intimidade com seu namorado. Algo há mais. Ela pelo menos subentende isso, quando o convite é feito.
Aleatório a isso, temos uma vida de uma adolescente comum de Nova York. A convivência conflituosa com as duas irmãs: Lucy, que é a mais popular da escola, e a mais nova, Rebecca, a super dotada de inteligência da família, e até com os pais, que não davam a devida atenção que ela tanto queria, sendo que sempre foi vista como a garota certinha que não precisava de atenção.
Tem cenas realmente muito engraçadas, como a cena em que, por acidente, Sam descobre que aula de desenho com modelo vivo, é desenhar alguém pelado, e no caso dela, um homem. Sendo que ela fica meio chocada ao ver o “equipamento” do Terry, o modelo, e ser obrigada a desenhar aquilo.
Não é um livro de grandes surpresas, mas é ideal para relaxar. A história de Sam dá para dar umas boas gargalhadas no decorrer, principalmente com as listas das 10 coisas que ela sempre faz no inicio de cada capitulo.
Claro, o final achei muito fofo, como todos que li da Meg, e com certeza, vou guardar com carinho as atrapalhadas de Samantha, nesse livro. Depois de terminar, realmente fiquei curioso para ler o primeiro, A garota Americana, e tirar minhas próprias conclusões.
Ficha Técnica
Título: Quase Pronta
Série: A garota Americana
Autora: Meg Cabot
Páginas: 286
Editora: Galera Record
Ano: 2009
Ficha Técnica
Título: Quase Pronta
Série: A garota Americana
Autora: Meg Cabot
Páginas: 286
Editora: Galera Record
Ano: 2009









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