Mostrando postagens com marcador Editora Arqueiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Editora Arqueiro. Mostrar todas as postagens

O preço da vitória - Harlan Coben

quarta-feira, 27 de agosto de 2014 | 1 comentário
Marcadores: , ,

Título: O preço da vitória
Autor: Harlan Coben
Editora: Arqueiro
Páginas: 256
Ano: 2012
Sinopse: Myron Bolitar não é fã de golfe, mas, ao ser convidado por seu amigo Win para assistir ao Aberto dos Estados Unidos, aproveita a oportunidade para tentar conquistar novos clientes.E é o que acontece quando ele é procurado pelo pai de Linda Coldren, a golfista número 1 do ranking. Antes que perceba, Myron está novamente atuando como detetive, em busca de Chad, o filho de Linda que sumiu há dois dias. O desaparecimento é mais um peso sobre os ombros do pai do garoto, o também golfista Jack Coldren, que lidera o torneio e luta para não repetir seu inexplicável fracasso de anos atrás. Win se recusa a ajudar no caso ao ser informado de que foi sua mãe, com quem não fala há anos, que recomendou Myron à família Coldren. Mesmo sabendo que ela está à beira da morte, prefere manter distância.
Comprar

Harlan Coben sempre arranca elogios de todos que leem suas obras. Considerado mestre das noites em claro, Harlan tem diversas obras publicadas no Brasil e esteve presente na Bienal do Livro de São Paulo no último sábado. O preço da vitória é o quarto livro da série do agente Myron Bolitar e lançado no Brasil pela editora Arqueiro. Apesar de ser uma série, não interfere ler ou não ler na ordem.

Myron Bolitar não gosta de golfe. Mesmo assim, a convite de seu sócio Win, decide assistir o Aberto dos Estados Unidos e aproveitar para conseguir novos clientes. Nesse clima é que Bolitar é procurado pelo pai de Linda Coldren, considerada a melhor golfista dos últimos tempos. Sem entender o que se passava, Myron decide ouvir o que Linda tem a dizer. Logo, se vê envolvido numa investigação para conseguir resgatar Chad, filho de Linda que fora sequestrado. Aos poucos, Myron percebe o quanto perigoso pode ser se envolver com a família Coldren, mas quando percebe já está em perigo e decide ir até o fim para descobrir o que acontecera. Mesmo que para isso signifique desenterrar segredos do passado.

Até hoje li dois livros de Harlan Coben: Não conte a ninguém e Cilada. O primeiro contato foi positivo, apesar de ter gostado muito mais do segundo. O preço da vitória acaba ficando no meio termo, já que a história não me arrebatou desde o inicio, como ocorrera com Cilada. Dessa vez, a história demora a acontecer, além de ter achado a narrativa superficial e os elementos usados um tanto clichês.

O contato com Myron foi positivo, apesar de ter tido algumas ressalvas com o personagem. O sarcasmo dele em alguns momentos da história me irritou um pouco, por achar que não fosse o momento apropriado, apesar de que em outros quebrava a tensão e dava um toque de humor à história. Mesmo assim, fiquei admirado pela perspicácia do personagem ao se deparar com os fatos e montar teorias, além de saber quem investigar e como investigar (veio a lembrança do detetive Hercule Poirot).

Como disse anteriormente, O preço da vitória demora a acontecer, e isso só ocorre lá pelas últimas cem páginas da história, quando começamos a realmente descobrir o que acontecera com Chad (e foi a partir daí que lembrei o que fizera gostar tanto de Cilada). As teorias são inúmeras e os elementos são contraditórios, o que me deixou confuso ao mesmo tempo em que surpreendia com as reviravoltas na história. Harlan Coben sabe lidar com as cenas e os personagens, criando mistérios e escondendo segredos que são revelados aos poucos, a ponto de deixar o leitor em um beco sem saída, mas que no final, apresentando todo o panorama da história, nos perguntamos como não tinha pensado naquilo antes.


O preço da vitória não me arrebatou, mas mostrou os motivos que fazem o autor ser tão bem comentado. Não funcionou de maneira total comigo, mas me deixou curioso para conhecer os outros trabalhos do autor. Para quem quer uma leitura rápida, O preço da vitória é uma boa pedida!

O duque e eu - Julia Quinn

quarta-feira, 9 de julho de 2014 | 1 comentário
Marcadores: , , ,

Título: O duque e eu
Série: Os Bridgertons #1
Autora: Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Páginas: 288
Sinopse: Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo.
Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta.
Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.
Avaliação: 5/5 estrelas (favorito)

Nos dias atuais, temos uma gama de autoras de romances históricos que encantam seus leitores pelos personagens e sentimentos envolvidos em um romance, quase sempre, água com açúcar, sendo que Patricia Cabot e Hannah Howell são apenas algumas daquelas que são mais conhecidas. Não tenho tanta certeza, mas foi apenas com o lançamento de O duque e eu, primeiro volume da série Os Bridgertons que o trabalho de Julia Quinn chegou em terras brasileiras. Quando ganhei num sorteio, não tinha a menor perspectiva de que o livro fosse me encantar ou me cativar. Doce ilusão.

Simon Basset, o duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis meses viajando pelo mundo. Rico, solteiro e bonito, ele é um prato cheio para as damas da sociedade, que querem um pretendente nessas características para um casamento. No entanto, Simon não quer casar de modo algum. Para se ver livre dessas mulheres, ele precisa de um plano infalível. Seu melhor amigo, Anthony Bridgerton, tem como irmã Daphne. 

Em uma época que chegar a uma determinada idade sem casar é um insulto para a família da moça, Daphne se vê exatamente nessa mesma situação. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. Quando os dois se conhecem, Simon faz uma proposta a ela: ele fingiria que a corteja, e logo, uma chuva de pretendentes iria bater em sua porta. Dessa maneira, ela conseguiria um marido ideal e Simon se livraria da perseguição das solteiras de Londres. Só que conforme o tempo passa, a farsa acaba dando lugar a uma troca de sentimentos sinceros e um possível tórrido romance entre os dois.

Eu poderia destacar mil motivos para eu não ter lido o livro de uma vez só, mas acho que destacarei o principal: eu simplesmente não queria que ele acabasse. Como disse anteriormente, não havia perspectivas que o livro pudesse me agradar tanto quanto eu esperava. A história, por mais que pareça clichê e previsível em diversos momentos, ganha o leitor por outros elementos.

Mamãe!
- Muito bem. Os seus deveres conjugais... quer dizer, a consumação... é como se fazem os bebês.
Daphne se apoiou na parede.
- Então a senhora fez isso oito vezes? (QUINN, 2013, p. 179)

Primeiro destaco a construção da família Bridgerton, composta de nada mesmo que oito filhos. Daphne é a filha mais velha dentre as mulheres, e é obrigada, muitas vezes a aturar os ataques de ciúmes de seus irmãos mais velhos, dentre eles Anthony, e as indiretas de sua mãe, Violet, que quer arrumar um pretendente para ela de qualquer jeito. Independente e amadurecida para sua idade e para a época, Daphne sabe bem o que quer e como alcançar seus objetivos. Simon é o típico galã de cinema, mas amargurado pelo passado que o ainda atormenta, principalmente pelas atitudes do pai em relação a ele. Personagens conhecidos de outras histórias, nesse caso, Julia Quinn utiliza de outras artimanhas que tornam Daphne e Simon únicos: quando ambos se conhecem, seus diálogos são dotados de um humor afiado, em meio a situações cômicas e extremamente divertidas.

Na minha opinião, apesar do humor presente, O duque e eu aborda questões muito mais profundas, como é o caso do próprio Simon. Amargurado pelo que seu pai fizera com ele no passado, Simon não consegue seguir em frente e ser feliz. E é graças a Daphne que permite superar o que acontecera e tentar ter uma vida diferente. Ambos formam aquele casal que você torce por eles ao longo da história, apesar de que Simon em alguns momentos seja cabeça-dura e teimoso. 

Elementos paralelos, mas que dão um toque a mais no livro estão presentes, como a Lady Whistledown, colunista social cuja verdadeira identidade não é conhecida aos olhos de todos, e que, com seus comentários ácidos e sarcásticos, em uma versão de Gossip Girl do século XIX, transmite ao leitor através das “Crônicas da Sociedade de Lady Whistledown” o panorama da sociedade londrina, em meio a bailes e festas de gala.

Julia Quinn conseguiu me ganhar em seu primeiro livro. Confesso que terminei o livro ansioso para a leitura do próximo, O visconde que me amava, cujo protagonista é Anthony, um dos personagens que mais curti. Divertido, sentimental, profundo e encantador, O duque e eu é o livro que você lê a última página com um sorriso de orelha a orelha e fica com um gostinho de quero mais.

O Guardião - Nicholas Sparks

terça-feira, 18 de março de 2014 | 1 comentário
Marcadores: , ,

Título: O Guardião
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Arqueiro:
Páginas: 344
Ano: 2013
Sinopse: Quarenta dias após a morte de seu marido, Julie Barenson recebe uma encomenda deixada por ele. Dentro da caixa, encontra um filhote de cachorro dinamarquês e um bilhete no qual Jim promete que sempre cuidará dela. Quatro anos mais tarde, Julie já não pode depender apenas da companhia do fiel Singer, o filhotinho que se tornou um cachorro enorme e estabanado. Depois de tanto sofrimento, ela enfim está pronta para voltar a amar, mas seus primeiros encontros não são nada promissores. Até que surge Richard Franklin, um belo e sofisticado engenheiro que a trata como rainha. Julie está animada como havia muito tempo não sentia, mas, por alguma razão, não consegue compartilhar isso com Mike Harris, seu melhor amigo. Ele, por sua vez, é incapaz de esconder o ciúme que sente dela. Quando percebe que o desconforto diante de Mike é causado por um sentimento mais forte que a amizade, Julie se vê dividida entre esses dois homens, ela tem que tomar uma decisão. Só que não pode imaginar que, em vez de lhe trazer felicidade, essa escolha colocará sua vida em perigo. O Guardião contém tudo o que os leitores esperam de um romance de Nicholas Sparks, mas dessa vez ele se reinventa e acrescenta um novo ingrediente à trama: páginas e mais páginas de suspense.
Avaliação: 5/5 estrelas (favorito)

Nicholas Sparks é conhecido pelo seu sentimentalismo e romantismo expresso em seus livros. Suas obras dividem a opinião dos leitores: enquanto uns se apaixonam cada vez mais pelas suas histórias encantadoras, outros acham que ele sempre utiliza a mesma fórmula. Não sou adepto a nenhuma das opiniões, apesar de que, dependendo do livro, pendo para uma ou para outra. O Guardião é um dos lançamentos mais recentes do autor no Brasil, cuja aquisição se deu através de uma promoção. Só me arrependo de não ter começado a ler esse livro antes.

Julie era uma mulher que tentava de tudo para poder se recuperar do passado. Vivia em conflitos com sua mãe até que certo dia acaba conhecendo Jim, e se muda para a pequena cidade de Swansboro, na Carolina do Norte. Ali, tentando reconstruir sua vida, acaba se casando com Jim e passam a ser uma família feliz. No entanto, Jim acaba morrendo alguns anos depois do casamento, e Julie fica desolada. Quarenta dias após sua morte, ela é surpreendida por uma encomenda, mandada pelo próprio marido antes de falecer. É um filhote de cachorro dinamarquês e uma carta, onde Jim diz que sempre cuidará de sua esposa. Mais quatro anos se passam e Julie está disposta a recomeçar tudo de novo. Ela divide o tempo com seu cachorro, Singer e um trabalho de cabeleireira num salão da cidade, administrado por Mabel, sua grande amiga. Um de seus objetivos é voltar a amar, e logo surge uma oportunidade: Richards, engenheiro, que faz de tudo para agradá-la. Todavia, seu melhor amigo, Mike Harris também é apaixonado por ela. Logo, Julie deve escolher com quem ficar, mas não imagina o quanto sua escolha pode determinar sua vida.

Livros com sinopses muito extensas nos mostram tudo o que encontraremos na história. Todos os elementos, acontecimentos principais. Quase que um resumo. A sinopse de O Guardião se enquadra nesse perfil. No entanto, 80% do que está na sinopse acontece nas primeiras cem páginas do livro. E as outras duzentas? Nicholas soube resolver o problema.

Julie é uma protagonista que tem tudo para ser irritante e cansativa, já que a típica fórmula do triângulo amoroso comprova isso. Imaginei que o livro todo seria cansativo, pois ficaria naquela indecisão com quem ela deveria ficar. Só que Julie se mostrou mais cativante que eu esperava. E mais uma vez, digo e repito: Nicholas soube resolver o problema. 

Nesse livro em especial, Nicholas incluiu um novo elemento a seus livros e conseguiu encontrar o equilíbrio entre os dois: o romance e o suspense. Quando o romance pode se tornar chato e sem graça, ele engata mistérios e cenas de tirar o fôlego, o que faz a história não perder o ritmo. Ele próprio, ao final do livro, faz uma nota explicando o processo de escrita do livro, nos contando como foi a experiência.

A protagonista da história é cativante, mas os personagens secundários também merecem destaque. Histórias que relatam o cotidiano merecem personagens tranquilos e divertidos: e é isso que encontramos na história. Mabel, Emma e Henry são personagens com características simples, mas que tornam a história cada vez melhor. Só que quem realmente rouba a cena é o cachorro, Singer. Companheiro, divertido e amigo, Singer torna divertida a leitura para qualquer leitor.


Fazia tempo que eu não lia uma história que o título fizesse tanto sentido. O Guardião tem romance, mistério, suspense, ação e humor. Sem dúvida se tornou um dos meus livros favoritos. Nicholas soube ousar e continuar cativando seus leitores de maneira surpreendente e imprevisível. Recomendo!

Inferno - Dan Brown

quinta-feira, 23 de maio de 2013 | 4 comentários
Marcadores: , ,

Título: Inferno
Autor: Dan Brown
Editora: Arqueiro
Páginas: 448
Ano: 2013
Sinopse: No coração da Itália, Robert Langdon, o professor de Simbologia de Harvard, é arrastado para um mundo angustiante centrado em uma das obras literárias mais duradouras e misteriosas da história: O Inferno, de Dante Alighieri. Numa corrida contra o tempo, Langdon luta contra um adversário assustador e enfrenta um enigma engenhoso que o arrasta para uma clássica paisagem de arte, passagens secretas e ciência futurística. Tendo como pano de fundo o sombrio poema de Dante, Langdon mergulha numa caçada frenética para encontrar respostas e decidir em quem confiar, antes que o mundo que conhecemos seja destruído.

Símbolos estão em toda a parte a nossa espera para serem desvendados. E quando achamos que não há conexão, estamos enganados. Tudo tem um porque. Tudo está ligado de alguma forma.É o que sinto quando leio um livro de Dan Brown. Além disso, tem livros que deveriam ter um aviso na capa: "alto risco de contaminação e vicio. CUIDADO!" Inferno me deixou assim.

Voltamos com mais uma aventura de Robert Langdon, professor de simbologia que colocou Dan Brown na lista dos mais vendidos. Dessa vez o palco é Florença, e a aventura pode lhe trazer vários riscos. O livro inicia com Langdon no hospital, internado, e com amnésia. Não lembra nada dos últimos dias e quer saber o que aconteceu com ele. Ninguém sabe, só que apenas ele chegou no hospital falando repetidamente: "very sorry, very sorry". Para piorar a situação, alguém está tentando mata-lo, e ele é obrigado a fugir com Sienna Brooks, numa corrida desenfreada por respostas. A única pista: um projetor que mostra a representação de O Inferno de Dante, de Botticelli. E ainda por cima, está modificado.

Como eu disse anteriormente e torno a disser: símbolos estão em toda a parte. Estão a nossa espera. Digo isso por que começamos a história com apenas um quadro e quando vemos já fizemos toda a ligação e se torna muito mais que esperamos. Dan Brown consegue fazer conexões que fazem sentido, sem deixar falhas, e sem tempo para perder. Volta e meia ele dá uma pequena explicação histórica sobre algo (um dos motivos que mais adorei), o que torna a leitura mais dinâmica e informativa.

Já ouvi comentários de que os livros dele são a mesma fórmula e sou obrigado a concordar. Inferno lembra Anjos e Demônios ao mesmo tempo que lembra O código Da Vinci. Só que cada leitura dele é experiência única. O jeito que ele pega determinado local e transforma numa trama de mistérios e segredos é fascinante. Os becos, as ruas, os pontos turísticos, tudo é fascinante. Fazemos uma visita sem sair do lugar. Adquirimos um grande conhecimento tanto de história, como de outras áreas.

Além do mais, outro ponto que me fascina em seus livros é a forma que ele cruza assuntos históricos com outras áreas, como biologia, física e química. Dá um toque a mais ao enredo e contribui para o dinamismo da história. Dan consegue construir mistérios como ninguém, fazendo jus o intervalo entre o lançamento de um livro e outro.

Gostei muito de saber mais sobre Dante Alighieri, outro ponto fundamental na trama. Conhecia apenas o que aprendi no Ensino Médio, que escrevera A divina Comédia, de sua paixão por Beatriz. Só que o livro traz muito mais informações que imaginamos. Curiosidades, fatos. Aprendemos de forma lúdica, e vivemos uma aventura histórica. É muito fascinante! Fiquei bem satisfeito com a forma que ele lida com A Divina Comédia, e curioso em saber mais sobre o assunto. Os termos que ele usa são de fácil compreensão, o que torna mais assimilável para o leitor.

Inferno é aquele livro de capítulos curtos, que você diz que vai ler apenas mais um capítulo e quando vê já leu metade do livro. Desde o inicio, fui fisgado pela história e só consegui descansar com o fim. Dan molda seus personagens de forma única e singular. Cada personagem, com suas características e seus conflitos. Como o caso de Sienna Brooks: médica, superdotada, mas que não se encaixava no mundo. Confesso que no inicio me confundi um pouco tamanho a quantidade de personagens, e entender o que cada um era, mas depois de se acostumar, vai embora. Como são capítulos curtos, cada um é destinado a um personagem, então ficava difícil assimilar os personagens, acompanhar a trama, e entender o que estava acontecendo. Depois das primeiras cem páginas, você literalmente se torna refém do livro.

Dan Brown cria uma obra única, de caráter singular. Inferno me deixou apreensivo, ansioso, neurótico. Ficava até com medo de pegá-lo para ler, pois eu sabia que não conseguiria largar. Assim que cheguei ao final, minha vontade foi reiniciá-lo de volta, de tão surpreendente que ele foi. Além disso, ele traz uma questão bem pontual e contemporânea, que nos faz refletir sobre um assunto que está na mídia, mas que nunca paramos para pensar quais poderiam ser as verdadeiras consequências. Não vou estar dizendo qual é o assunto, até porque a sinopse do livro não traz muitas ideias do que vai ocorrer, e por isso não quero estragar a surpresa. Se não disse anteriormente, digo agora: leiam! Apenas isso: leiam!

O caso Rembrandt - Daniel Silva

terça-feira, 12 de março de 2013 | 2 comentários
Marcadores: ,

Título: O caso Rembrandt
Autor: Daniel Silva
Editora: Arqueiro
Páginas: 304
Ano: 2012
Avaliação: 4/5
Sinopse: Em Glastonbury, na Inglaterra, um restaurador de arte é assassinado e a obra em que trabalhava – um quadro de Rembrandt nunca exposto – é misteriosamente roubada. O renomado negociante de arte Julian Isherwood sabe que só existe uma pessoa capaz de encontrar o quadro e levar os criminosos à justiça: o espião israelense e restaurador de arte Gabriel Allon. Após sofrer um atentado, tudo o que Gabriel quer é cortar de uma vez por todas os laços com o serviço de inteligência internacional de seu país, também conhecido como “Escritório”. Mas parece que o mundo das operações secretas ainda não está pronto para deixá-lo em paz. Apesar de sua relutância, ele acaba sendo persuadido a assumir o caso. Ao seguir meticulosamente as pistas que o levam a Amsterdã, a Buenos Aires e, por fim, a uma mansão às margens do lago Genebra, Gabriel descobre segredos perturbadores relacionados ao roubo. Neste intricado quebra-cabeça, a pintura de Rembrandt é a peça-chave que o ajudará a desmascarar uma conspiração capaz de pôr em risco a paz mundial.
Comprar

Um suspense histórico sempre me agradou. Não importa a época em que se passe, mas viajar no passado sempre é uma fonte de conhecimento e saber. E foi isso que pensei quando comecei a ler O caso Rembrandt. Confesso que a sinopse lembrava um pouco Dan Brown, mas mesmo assim não pensei em duas vezes ao lê-lo. E não me arrependi.

Temos um ponto de partida ótimo. Um assassinato, um roubo de um quadro de Rembrandt, até então desconhecido. Uma série de segredos que permeiam esse quadro e que pessoas querem manter em segredo a qualquer custo. Nem que para isso tenham que matar. É isso que Gabriel Allon, ex-espião israelense e restaurador de arte encontrar ao aceitar a ideia de Julian Isherwood, negociador de arte, para encontrar o quadro. Só que essa busca leva a caminhos e segredos nunca descobertos, e a perigos também.

Quando comecei a leitura, afirmo que estava um pouco entendiado da leitura. Sabe o que é, começar a ler um livro, ler umas dez páginas e não conseguir se envolver e se concentrar na leitura? Parei de ler Los Angeles justamente por causa disso, e comecei O caso Rembrandt com o objetivo de ver se algo ressurgia dentro de mim. E funcionou.

Olha, quando dizem que conversa tem baraço, ninguém acredita. Mas depois que lerem esse livro, vão ter que concordar, tem sim. E muito. Começamos o livro com apenas algumas certezas e várias dúvidas. Em compensação, depois de algumas cem páginas, você fica de cara quando vê o que desencadeia. Sério, eu tinha uma certa impressão do livro. Achei que voltaríamos a época de Rembrandt e tal, mas estava totalmente enganado. O livro tem como pano de fundo a Segunda Guerra, isso sim. Fiquei um pouco admirado, mas mesmo assim não estragou minha surpresa e minha expectativa.

A narrativa de Daniel é ágil e sem meias palavras. Claro, ele prepara o terreno antes de soltar a bomba, mas não torna a leitura cansativa. Apesar disso, o livro é rico em detalhes e personagens, o que acaba deixando a leitura um pouco confusa. Tive que voltar algumas vezes para entender melhor. O livro é cheio de detalhes, confesso, mas é algo positivo. Depois você vê que aquilo apenas torna o livro mais rico. Porém, fica uma dica: ele podia tornar a narrativa mais compreensiva em alguns momentos da história. Quem lê o livro, fica de cara aonde a história leva, e por causa disso, muitas vezes acabamos não entendendo o que ele quis dizer.

Uma coisa que não gostei, e talvez seja o motivo de ter tirado uma estrelinha, é ter deixado de lado o negociante de arte, o Julian. Ele aparece somente no começo com Gabriel e depois some. Simplesmente achei que ele teria um papel fundamental na história, mas me enganei. Sinceramente, não gostei disso.

Temos momentos de êxtase, de grandes revelações, surpresas durante a leitura. Além disso, fazemos uma viagem pelo livro. Vamos até Genebra, e damos uma passada na Inglaterra, sem falar nos outros lugares. O caso Rembrandt não deixa a desejar. Para quem gosta de um livro de suspense, com direito a espionagem e outras coisas do gênero, é uma ótima pedida.


Lago dos Sonhos - Kim Edwards

sábado, 28 de julho de 2012 Nenhum comentário
Marcadores: , ,

Título: Lago dos Sonhos
Autor: Kim Edwards
Editora: Arqueiro
Páginas: 336
Ano: 2011
Sinopse: Lucy Jarrett é uma jovem de espírito aventureiro que, depois da morte do pai, saiu de casa para cursar a faculdade e, desde então, não teve mais pouso certo. Bem-sucedida em sua carreira, ela vai aonde a vida a leva, sempre pulando de um país para outro, de um bom emprego para outro ainda melhor. De repente ela se vê estagnada: morando com o namorado no Japão, Lucy não consegue arrumar trabalho e a relação deles está visivelmente abalada. Ao saber que sua mãe sofreu um acidente sem gravidade, Lucy decide ir visitá-la em Lago dos Sonhos. Lá descobre que a mãe está pensando em vender a propriedade da família e que seu namorado da adolescência tem um filho e um próspero ateliê de fabricação de vidro. Diante dessas mudanças, Lucy precisa enfrentar a realidade: apesar de ter ido embora e por muito tempo ter julgado aqueles que ficaram, ela é que nunca conseguiu superar o trauma causado pela morte do pai. A descoberta de um bilhete e de outras pistas lança luz sobre uma parte da família até então desconhecida: uma antepassada sufragista que, por alguma razão, abandonou sua única filha e se envolveu com um artista famoso na época. Intrigada com a história dessa mulher e com os motivos pelos quais sua existência nunca fora mencionada, Lucy sai em busca da verdade que até então permaneceu oculta. O que ela vai descobrir mudará para sempre a percepção que tem de sua família, da morte do pai e de sua própria vida.

Às vezes o passado esconde segredos capazes de transformar nossas vidas


Kim Edwards sempre me atraiu de certa forma. Sempre quando via o primeiro livro dela, O guardião de memórias na livraria, ou na biblioteca, morria de vontade de ler. Confesso que cheguei a pegar ele certa vez, mas acabei devolvendo, por achar um pouco chato.
Algum tempo depois, caiu em minhas mãos o segundo romance de Kim, Lago dos Sonhos. Tinha tudo para ser uma linda história de autodescobrimento. A capa maravilhosa, a história instigante eram apenas alguns dos ingredientes que eu esperava ao começar a ler o livro.
            E foi.
            Lucy Jarret é uma garota aventureira. Já viajou para todos os lugares, teve os mais diversos empregos, teve contato com as mais variadas culturas. Atualmente, vivia no Japão com o namorado Yoshi, e além de tudo, com uma relação balançada e desgastada pelo tempo. Sentia-se de certa forma perdida e sem saber o que fazer. Quando descobre que sua mãe sofrera um acidente sem grandes conseqüências, ela vê a chance de repensar e reavaliar sua vida, visitando sua cidade natal.
            Determinada, ela viaja até Lago dos Sonhos, e decide enfrentar de uma vez por todas os fantasmas do passado. Alguns anos atrás, seu pai falecera e ela se sentia terrivelmente culpada pelo que acontecera. Talvez a necessidade de viajar tanto fosse a maneira que encontrara para esquecer aquela noite. Ela não sabia.
            Quando chega a Lago dos Sonhos, encontra tudo totalmente diferente. Tem algumas surpresas, reencontra pessoas de sua infância e adolescência. Logo no primeiro dia, enquanto procurava algo no quarto, ela encontra uma carta endereçada a seu bisavô e fica de certa forma intrigada com aquilo.

21 de setembro de 1925.
Joseph, se Íris for embora de sua casa, imploro que não a obrigue a ir morar com algum desconhecido, mas que a mande para cá, ou caso ela não queira, para o endereço que estou lhe enviando em anexo: a residência da Sra. Alice Stokley, colega das minhas amigas daqui, que dará a ela educação e emprego adequados à sua idade – afinal, Íris tem apenas 14 anos.
Escrever isto me deixa com o coração apertado. Reconheço as despesas com roupas, livros e moradia que você enumera, mas não entendo como o dinheiro não foi suficiente. Mandei tudo o que tinha. Porém, se você está dizendo, deve ser verdade, mas hoje não posso assinar esse bilhete com amor, R.

            A partir disso, Lucy decide ir mais a fundo para conhecer mais a vida dessa antepassada, mas por pior que seja, ninguém da família conhece Íris, ou alguém parecido.
            Outros bilhetes aparecem no decorrer do livro, e fazem com que a buscas por respostas se tornem quase que uma obsessão para Lucy. E para completar ainda mais sua curiosidade, encontra um tecido com um intrigante bordado e, ao ver o mesmo desenho reproduzido num vitral na casa de Keegan Fall, seu primeiro namorado, sente uma grande necessidade de conhecer a ligação entre todos esses achados.

            Passei uma semana lendo Lago dos Sonhos. Serviu para mim absorver mais a história e desfruta-la ainda mais.  Lucy é uma mulher decidida, independente, mas tem momentos de fraqueza quando a lembrança do acidente de seu pai vem a sua mente. Através das cartas que encontra, Lucy passa a conhecer a vida de Rose, uma das primeiras representantes do movimento sufragista, que abandonara sua filha, e se envolveu com um artista famoso da época.

            A trama de Lago dos Sonhos é permeada de romance e mistério. Lucy durante boa parte do livro, vê os sentimentos que sentia por Keegan na época da juventude reacenderem, e ele por ela. E graças a isso, Lucy se vê cada vez mais dividida em relação a Yoshi.            
            Por outro lado, cada vez que Lucy lia uma carta ou descobria um fragmento da história de sua antepassado, eu ficava aflito por querer saber mais. Afinal, ninguém até então sabia da existência dela, o que torna o mistério mais misterioso (essa é nova!). Kim Edwards soube dosar o mistério durante todo o livro. Lucy se vê diante de uma mulher independente (Rose), mas que fora enganada quando mais nova, e por isso fora obrigada a se esconder, abandonar a filha pequena e anos mais tarde, se esconder da própria filha, além de outros fatos que abalaram sua vida na época.

            Antes de começar o livro, quando eu o folheava, achava que talvez pudesse ser um pouco cansativo, afinal, há pouco diálogo, muita narração e as páginas são cheias. Mas me enganei. A narrativa do livro é leve, talvez possa se tornar um pouco monótono a leitura, então aconselho a quem for ler, que leia sem parar. Não o deixe no fundo da estante. É narrado em terceira pessoa, em dois extremos ao mesmo tempo (ora são as cartas de Rosie, ora é a história de Lucy). Além do mais, achei muito legal da autora ter abordado um assunto como o sufrágio feminino, que depois de muito tempo passou a ser válido no mundo todo.
            Gostei bastante do final. Cheio de reviravoltas, e surpresas a cada página, Kim Edwards criou uma história tocante que nos faz entender que mudar não é apenas ir de um lugar a outro. Confesso que agora fiquei bem curioso para ler o outro livro da autora. Quem sabe eu não pego qualquer dia desses?

O Melhor de Mim - Nicholas Sparks

sábado, 7 de julho de 2012 | 4 comentários
Marcadores: , ,

Título: O melhor de mim
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Arqueiro
Páginas: 272
Ano: 2012
Sinopse: Na primavera de 1984, os estudantes Amanda Collier e Dawson Cole se apaixonaram perdidamente. Embora vivessem em mundos muito diferentes, o amor que sentiam um pelo outro parecia forte o bastante para desafiar todas as convenções de Oriental, a pequena cidade em que moravam. Nascido em uma família de criminosos, o solitário Dawson acreditava que seu sentimento por Amanda lhe daria a força necessária para fugir do destino sombrio que parecia traçado para ele. Ela, uma garota bonita e de família tradicional, que sonhava entrar para uma universidade de renome, via no namorado um porto seguro para toda a sua paixão e seu espírito livre. Infelizmente, quando o verão do último ano de escola chegou ao fim, a realidade os separou de maneira cruel e implacável. Vinte e cinco anos depois, eles estão de volta a Oriental para o velório de Tuck Hostetler, o homem que um dia abrigou Dawson, acobertou o namoro do casal e acabou se tornando o melhor amigo dos dois. Seguindo as instruções de cartas deixadas por Tuck, o casal redescobrirá sentimentos sufocados há décadas. Após tanto tempo afastados, Amanda e Dawson irão perceber que não tiveram a vida que esperavam e que nunca conseguiram esquecer o primeiro amor. Um único fim de semana juntos e talvez seus destinos mudem para sempre.

Contém spoilers

Todo mundo sabe como são os livros de Nicholas Sparks. Emocionantes e cativantes. Foi assim com A última música, com Noites de Tormenta e Um amor para recordar. Não foi diferente em O melhor de mim.

Amanda Collier e Dawson se conheceram aos 18 anos e se apaixonaram perdidamente. Um amor digno de filme. Ela, rica e ele, pobre. Duas pessoas de classes totalmente diferentes. Um amor mal visto pelos pais dela.
As diferenças sociais acabam separando suas vidas. Ela, decide fazer faculdade, e ele, muda de cidade.
Vinte e cinco anos depois, após o falecimento de Tuck, melhor amigo do casal, e que durante o romance,  acobertou os encontros entre os dois, Amanda e Dawnson são obrigados a voltar para a cidade em que se conheceram, e acabam se reencontrando. E com isso sentimentos antigos irão retornar. Mas será que será a mesma coisa? Ela, já casada, mãe de três, e com problemas no relacionamento com seu marido, Frank. Ele, solteiro, que nunca esquecera seu grande amor.

Gostei bastante do livro, como gostei de todos os outros de Sparks. Histórias muito bem construídas, onde ele sabe maneirar cada personagem, para que todos se tornem cativantes. Confesso que no começo, não tive uma boa impressão do livro. Achei-o um pouco cansativo. Muita narração e pouco diálogo. E como eu lia basicamente de gota em gota, acabava se tornando chato. Realmente só consegui engatar no livro, foi na metade em diante.

Amanda e Dawson são perfeitos Romeu e Julieta modernos. Diferenças sociais os separam, só que no caso deles, voltam a se reencontrar anos depois. A cena do reencontro deles é linda, o convívio de um final de semana muito bem exposto, quando eles recebem cada um a sua, a carta de Tuck, com uma espécie de conselhos. Aquilo que eles queriam ouvir ou entender naquele momento.

Nicholas aborda diversos assuntos em seu livro, como fidelidade. No caso de O melhor de mim, chega um determinado momento em que Amanda se encontra no seguinte dilema: ficar com Dawnson ou não? Até que ponto valeria a pena?
Nesse ponto, Nicholas Sparks passa uma mensagem que vale a pena ser refletida. Afinal, haviam se passado vinte e cinco anos. Por mais que não tinham conseguido esquecer aqueles momentos, Amanda e Dawson não eram mais os mesmos. O tempo passara, eles mudaram, o pensamento se modificou. Amanda era uma mulher casada. Apesar de ela deixar claro no livro que quando se casou com Frank, não o amava tanto como amara Dawson, mas ela tinha uma vida. Além de mulher, era mãe também. Não podia simplesmente abandonar tudo para ficar com um amor de juventude.

Dawnson por outro lado, nunca esquecera Amanda. Viera de uma família com fama de bandalheira, apesar dele ser totalmente o oposto. Seus primos Abbe e Tedy causaram muitos tumultos na cidade. Além disso, Dawnson se envolvera num acidente, e fora condenado a quatro anos de prisão. Logo depois, arruma um emprego em uma plataforma de petróleo e passa a trabalhar lá, até sofrer outro acidente, e ser obrigado a voltar para sua cidade natal. Fora isso, nunca esquecera o grande amor de sua vida.

Sparks criou não apenas um romance. Criou uma história de vida. Na reta final mesmo, Sparks explora ao máximo a alma humana. Confesso que nunca chorei lendo algum livro, mas faltou pouco para isso acontecer quando terminei O melhor de mim. Quando fechei o livro, fiquei um bom tempo pensando nas voltas e surpresas que o destino faz em nossas vidas. Se recomendo?
Mas é claro!

[novidades #11] Sequência de Diário de uma Paixão

quinta-feira, 28 de junho de 2012 | 1 comentário
Marcadores: , ,

Fãs de Nicholas Sparks: será lançado mês que vem no Brasil, pela Editora Arqueiro O casamento, sequência de O diário de uma Paixão. Lá fora, o livro foi lançado em 2003. Confira abaixo a capa e a sinopse do livro.


Sinopse:

Após quase 30 anos de casamento, Wilson Lewis é obrigado a encarar uma dolorosa verdade – sua esposa, Jane, parece ter deixado de amá-lo, e ele é o único culpado disso.
Viciado em trabalho, Wilson costumava passar mais tempo no escritório do que com a família. Além disso, nunca conseguiu ser romântico como o sogro era com a própria mulher. A história de amor dos pais de Jane sempre foi um exemplo para os filhos de como um casamento deveria ser.
Diante da incapacidade do marido de expressar suas emoções, Jane começa a duvidar de que tenha feito a escolha certa ao se casar com ele. Wilson, porém, sente que seu amor pela esposa só cresceu ao longo dos anos. Agora que seu relacionamento está ameaçado, ele vai fazer o que for necessário para se tornar o homem que Jane sempre desejou que ele fosse.

Confira aqui o primeiro capítulo do livro.

Estou lendo O melhor de mim, e no final do livro fala sobre O casamento! Com certeza já entrou na minha lista de desejos!

[novidades #3] Lançamento: Você Está Sendo Vigiado

quinta-feira, 7 de junho de 2012 | 1 comentário
Marcadores: , , ,

Eu, aqui final de tarde, navegando pela internet, quando descobri o livro Você Está Sendo Vigiado, de Gregg Hurwitz, que vai ser publicado no próximo dia 15 de junho, pela Editora Arqueiro, e vou compartilhar aqui com vocês.




“Com uma trama bem construída, cheia de reviravoltas e revelações surpreendentes, Hurwitz nos deixa vidrados, tentando adivinhar até as últimas páginas quem é o verdadeiro inimigo.” - Booklist


Sinopse: Patrick Davis tinha um sonho: ver seu nome nos créditos de um filme. Mas não imaginava o preço que teria de pagar por isso. Logo depois de vender seu primeiro roteiro a um estúdio, sua vida entra em colapso. Ele não consegue se firmar como roteirista de Hollywood e, para piorar, seu casamento mergulha numa crise.

Misteriosamente, Patrick passa a receber DVDs com gravações dele e da esposa dentro de casa. Após descobrir câmeras escondidas, o casal procura a polícia. Dias depois começam as ligações e os e-mails anônimos propondo um acordo para que tudo volte ao normal. Desesperado, ele não hesita em aceitar a oferta.

Mas sua decisão se revela um erro. Logo ele se vê envolvido numa rede de intrigas que pode custar sua vida e a das pessoas que ama. Cada vez mais acuado, Patrick percebe que só há uma saída: superar seus inimigos ocultos no próprio jogo deles.

Eletrizante da primeira à última página, Você está sendo vigiado foi um enorme sucesso de crítica nos Estados Unidos, fazendo com que Gregg Hurwitz fosse apontado como uma das revelações do suspense, comparado a grandes mestres do gênero, como Harlan Coben.

Pré-Venda: Saraiva

Eu adorei esse livro! Pode ter certeza que entrou na minha lista de desejos!!!